Trilogia do ato de dar
Postado em 30/09/2007 - por Caloã NovellinoAchei esses poemas na internet. Não sei quem é ou quem são os autores.
A melhor mulher que existe está descrita no segundo poema. Aquela que dá sem medo. Os três são muito bons. Nada melhor do que uma sacanagem para começar o dia.
AINDA BEM QUE EU NÃO DEI
Ainda bem que eu não dei
Ainda bem que não rolou
Ainda não foi dessa vez
Que teu jogo funcionou
Imagina se ontem eu tivesse dado
Acreditado no seu tipo de apaixonado
E hoje você mal falou comigo
Mandou um oi meio de amigo
Como se nada tivesse rolado
Imagina se eu tivesse liberado…
Não adiantou seu jeito meloso
Implorando pra eu ir te ver
Teatro de primeira, se achando O gostoso
Crente que eu ia dar pra você
E você ia sumir de qualquer jeito, sem motivo
E eu ia achar que o problema era comigo
Que bom que você sumiu antes de se revelar
É ótimo não ficar esperando o telefone tocar
Agora, você que fique na vontade
Nem adianta insistir
E quando seus amigos perguntarem
Encara e diz:” Não, não comi”
Ainda bem que eu não dei
Ainda bem que não rolou
Se situa, meu bem
Joga limpo que eu dou
AINDA BEM QUE EU DEI
Ainda bem que eu dei
Sem fazer tipo, sem fazer jogo
Porque assim é muito mais gostoso
Tava tudo mesmo pegando fogo…
Dei querendo dar
Dei sem encanar
Dei sem me preocupar
Se amanhã você vai ligar
Pode sumir, pode espalhar, pode desaparecer
Foi mesmo uma delícia dar pra você
E se quiser de novo, fica a vontade
Não tenho medo de saudade
Dei na maior fé, na paz
Foi SIM, e não TALVEZ
E se você ainda quiser mais
Pega a senha, entra na fila e espera a vez
Ainda bem que eu dei
Tudo lindo, tudo zen
Só uma perguntinha:
Foi bom pra você também?
QUE MERDA QUE EU DEI
Que lixo, que desperdício
Que triste, que meretrício
Que ódio, que papelão
Que merda, que situação…
O que parecia ser tão bom
Foi sem cor, sem gosto, sem som
Quero esquecer que aconteceu
Não, acho que não era eu
Não sei como eu fui cair na sua
Nesse seu papinho de ir ver a lua
Devia estar a fim de ser enganada
Bêbada, carente, triste, surtada
E você se aproveitou desse momento
Fingiu de amigo, solidário no sentimento
Mas no fundo sabia bem o que queria
Como é que eu fui cair nessa baixaria?
Chega, vê se me esquece, desaparece
Finge que não me conhece
Foi ruim, ridículo, sem sal
Vazio, patético, foi mal
Que merda que eu dei
Já esqueci, apaguei
Tchau, querido, tenho mais o que fazer
Melhor comer sorvete na frente da TV…
ps.: Marília, esses são em sua homenagem. Bem romântico, do jeito que você e a May gostam!
pps.: Domingão, noite de balada, sabem como é né! Amanhã tem texto quentinho.





Ainda tem coragem de falar que isso eh romantico!Putz!
Nada de homenagem a mim!
Mas o autor mandou bem…sao inteligentes os textos.
Eu prefiro ser a do primeiro texto!Hehe
Beijos
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HAHAHA
o q isso tem a ver cmg meu Deus?
MALUCO vc!
=p
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