As dores passam, os rancores nem sempre!

Postado em 15/11/2007 - por Caloã Novellino


Peguei o post emprestado do blog “Quer namorar comigo“.

Alguém se lembra da música da Cuca, do Picapau Amarelo?

Difícil adivinhar o ponto fraco de cada um. Mas às vezes a gente pega nele sem saber. E aí, o bicho recua, surta, sai fora.

A gente não sabia que a pata estava machucada, mas estava! Por isso tantos mal entendidos. Tantos desencontros. Porque tem gente que tem o dom de pegar. Pegar na ferida.

E aí, a coisa desanda. O que fazer? Nada, pois, no fundo, na verdade, você não tem nada a ver com a pata ferida. A pata é do bicho. E você nem sabia que ela estava ferida! Cabe a ele lamber até cicatrizar.

E você, que a tocou, é inocente, até que tenha percebido o machucado. Você pode colocar um esparadrapo, passar metcholate. Isso, se ele deixar. Por que tem bicho que corre. Quer se curar sozinho, sem remédio. Ou fingir que não tem machucado algum. Aí, melhor se relacionar com quem não toca. Não fere. Não machuca.

Claro, ninguém quer ver a ferida sangrar. Mas às vezes tem que sangrar até que estancar. Só assim pra se curar. A vacina que cura a doença é feita de seu próprio veneno.

ps.: Esse é especial para a Bellinha, amiga da May.
pps.: A bárbara falou tudo!

15/11/2007 - em Mundo feminino, amor, meninas, mulheres by Caloã Novellino

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