Amigas e irmãs de namorada
Ela fez de maldade. Aplicou o flash bem em cima dos seios! Maldita!
Outro dia me veio a cabeça um fato que aconteceu há alguns anos, mas que, por considerá-lo bizarro, acompanha-me até hoje nas lembranças.
Namorei uma menina que tinha duas irmãs. Uma delas, a mais velha, apesar de ser super gente boa, era confiada demais para o meu gosto. Claro que nem sempre ela era confiada, só algumas vezes, senão, não se encaixaria na categoria “gente boa”.
O primeiro ato chato e confiado foi quando, ao chegar na casa dela um dia para visitar minha namorada, fui recebido com um belo pedido de “me empresta teu carro para ir ali na casa de fulana?”. Tipo, como assim? Emprestar meu carro, que na verdade nem era meu, era do meu pai, para ela ir ali na casa de não sei quem?
Não sei vocês, mas eu não tenho hábito de pedir carro de amigos e nem de conhecidos emprestado. Acho um brinquedo muito caro para sair emprestando e, a maioria das pessoas, quando o brinquedo não é delas, não está nem aí para conservá-lo.
Eis que minha resposta foi direta: não! Antes ela chateada comigo por eu não ter emprestado o carro do que eu preocupado por ter emprestado!
O segundo ato chato e confiado foi quando, ao convidar minha namorada para tomar um sorvete, sua irmã, a mesma que pediu o carro emprestado, se auto convidou. Já que minha mãe também iria conosco, não seria um programinha de casalzinho e eu achava a irmã gente boa, então não haveria problema em irmos todos juntos.
Fomos em uma sorveteria self-service. A irmã pegou sorvete a vontade e foi pesar. Até aí nada de mais. Foda foi quando ela chegou comigo, após ter pesado seu sorvete, e disse: Caloã, tem uma comanda no teu nome, já que tu convidaste, tu pagas. Pensei: HEIN? Como assim Bial?
Mas eu, com toda minha benevolência, relevei o fato. Porém, minha vontade era de dizer: convidei minha namorada, tu vieste de entrosada que és.
Este episódio serviu para me ensinar a convidar as pessoas. Quando alguém perguntar: fulano pode ir com a gente. A resposta correta é: pode sim, mas cada um paga o seu. Já evitando um futuro constrangimento.
Os dois fatos juntos me fizeram entender a importância de dizer NÃO à pessoas confiadas. Elas já estão acostumadas a receber não, então nem se importam e partem para outra. Eu sei dizer não. Pode me considerar chato e o que for, mas como eu escrevi antes: Antes a pessoa confiada ficar chateada comigo por eu ter dito “não” do que eu preocupado por ter dito “sim”.
– Fotos de gostosas, veja em:






Historinha engraçada e com uma ótima lição
Porra, nosso São Paulo nem pra segurar os 2×0 de hj!
Tenha uma ótima semana!
Beijim, fica bem…
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